E ficar numas de quase cessar a respiração pra não quebrar mais nada, não se externar de mais nenhuma maneira, ao menos não naquele momento!
Rotineiramente somos engolidos e engolimos o tempo com atos que não necessariamente são o que parecem, mas dão notícias de outras coisas. Que coisas?
Acolher-se, em silêncio, pra acessar um pouco mais. Quase quando acordamos de um sonho. É! É isso mesmo! Quando despertamos durante um episódio onírico somos tanto mais capazes em acessá-lo quanto conseguirmos ficar imóveis, sentindo. Apenas sentindo.
Provar do próprio veneno é se dar a oportunidade de - sem medo - sorvê-lo, devagar, e dominar a arte de selecionar onde o inoculamos.
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