Preciso escrever quando não consigo falar.
Preciso escrever quando o sentir me assombra.
Mas quando o sentir me destrói, preciso me ouvir.
Mais! Preciso me escutar. Escutar o que dizem meus pensamentos,
Escutar o que chora no meu corpo, atentar o que grita no meu peito.
Chorar de mansinho, deixando vir o que quer se apresentar.
Silenciar e apenas escutar.
Não se apressar em entender, deixar vir...
Gradativamente, e na medida da nossa necessidade mais profunda
A compreensão nos alcança. E quando isso acontece,
não mais adormece.
Nos protege, fortalece
e sempre,
sempre enternece.
Espaço de pensamentos soltos, gerados por uma mente barulhenta e alimentada por olhos espertos.
segunda-feira, 13 de junho de 2016
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2 comentários:
Fantástico este teu texto...
Um beijo
Jorge Lynce
Gostei.
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